Não existe nada aleatório na vida. Não existe um poder externo que determina o grau da satisfação de vocês, o grau da experiência de vida frutífera ou da dor, do sofrimento, da frustração que vocês precisam agüentar.
Não é nem mesmo necessariamente um caso de autopunição, como se interpreta atualmente. A violação da lei espiritual no organismo psíquico simplesmente cria um ambiente mal equipado para “suportar” sentimentos de contentamento e alegria.
Toda verdade sobre si mesmo e a natureza da criação resulta em segurança interior, confiança,
destemor. A ignorância gera o medo. O medo cria uma atmosfera interior de fechamento, e a mente
não usa a poderosa substância para gerar mais expansão, e sim para reforçar ainda mais as defesas.
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quarta-feira, 6 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Palestra 170 do Guia do Pathwork - O Medo versus o Anseio pela Bem-aventurança
“A palestra de hoje aborda o tema do medo que os homens têm do contentamento. (...)
Todo ser humano, nascido neste lugar, nesta esfera de consciência, tem, em algum grau, esse medo aparentemente absurdo. E ele realmente não faz sentido. Mas existe, mesmo assim. Ao mesmo tempo, como eu já disse muitas vezes, o homem tem um anseio inerente pelo que lhe pertence por direito, que é o estado de supremo contentamento, de suprema alegria, incapaz de ser descrito na linguagem humana.
Por mais infeliz que esteja, alguma coisa no homem sabe e se lembra de que esse não é o modo natural de ser. De fato, se não houvesse esse conhecimento interior, ele poderia aceitar o estado de frustração e carência com muito menos tensão e perturbação.
(...)
Quanto mais profunda e honestamente elas investigarem, mais vai ficar visível que – exatamente como numa equação matemática – quando elas são felizes, livres, sem medo, existe realização, e quando elas têm medo do que há de melhor na vida, há insatisfação.
(...)
É claro que, superficialmente, ninguém desconhece totalmente o fato de temer aquilo que mais deseja. Quanto mais distanciado está o objeto do desejo, tanto mais fácil é deixar de ver o medo que ele provoca. Mas quando ele se aproxima e o homem verdadeiramente questiona suas reações mais profundas, ele descobre um movimento interior que se fecha, que foge. Isso pode ser tão sutil que só é revelado com um exame atento.
No entanto, afirmo que, se vocês se aprofundarem o suficiente e investigarem com honestidade e abertura as suas reações mais sutis à realização, ao prazer, à expansão, a qualquer coisa que envolva o menor risco, vocês não terão confiança para prosseguir, e
vão recuar, preferindo permanecer na segurança aparentemente maior da vida cinzenta.
(...)
Ela começa a deslocar e a projetar as causas no mundo exterior, o que provoca um alívio cada vez menor. Por mais verdadeiras que sejam algumas das culpas que ela joga nos outros, isso nunca elimina o sofrimento. Por mais que ela consiga fazer os outros se dobrarem à sua vontade, isso nunca elimina a carência, o vazio, a monotonia que causam sofrimento. Enquanto vocês estiverem distanciados da causa, dentro de vocês, que faz
com que se fechem para aquilo que conscientemente mais desejam e cuja falta provoca o maior sofrimento, fatalmente vocês acharão que a vida é fútil.
(...)
Fatalmente vocês se sentirão impotentes e incapazes de fazer o que é preciso para acabar com a dor da não realização. Fatalmente vocês vão oscilar entre autopiedade e amargura, entre projeção nos outros e na vida dos seus infortúnios, por um lado, e por outro lado, sentimento de culpa distorcida e de não merecer o que a vida tem de melhor.
O conhecimento e a experiência da sua própria rejeição ao prazer é o início da eliminação desse bloqueio."
Todo ser humano, nascido neste lugar, nesta esfera de consciência, tem, em algum grau, esse medo aparentemente absurdo. E ele realmente não faz sentido. Mas existe, mesmo assim. Ao mesmo tempo, como eu já disse muitas vezes, o homem tem um anseio inerente pelo que lhe pertence por direito, que é o estado de supremo contentamento, de suprema alegria, incapaz de ser descrito na linguagem humana.
Por mais infeliz que esteja, alguma coisa no homem sabe e se lembra de que esse não é o modo natural de ser. De fato, se não houvesse esse conhecimento interior, ele poderia aceitar o estado de frustração e carência com muito menos tensão e perturbação.
(...)
Quanto mais profunda e honestamente elas investigarem, mais vai ficar visível que – exatamente como numa equação matemática – quando elas são felizes, livres, sem medo, existe realização, e quando elas têm medo do que há de melhor na vida, há insatisfação.
(...)
É claro que, superficialmente, ninguém desconhece totalmente o fato de temer aquilo que mais deseja. Quanto mais distanciado está o objeto do desejo, tanto mais fácil é deixar de ver o medo que ele provoca. Mas quando ele se aproxima e o homem verdadeiramente questiona suas reações mais profundas, ele descobre um movimento interior que se fecha, que foge. Isso pode ser tão sutil que só é revelado com um exame atento.
No entanto, afirmo que, se vocês se aprofundarem o suficiente e investigarem com honestidade e abertura as suas reações mais sutis à realização, ao prazer, à expansão, a qualquer coisa que envolva o menor risco, vocês não terão confiança para prosseguir, e
vão recuar, preferindo permanecer na segurança aparentemente maior da vida cinzenta.
(...)
Ela começa a deslocar e a projetar as causas no mundo exterior, o que provoca um alívio cada vez menor. Por mais verdadeiras que sejam algumas das culpas que ela joga nos outros, isso nunca elimina o sofrimento. Por mais que ela consiga fazer os outros se dobrarem à sua vontade, isso nunca elimina a carência, o vazio, a monotonia que causam sofrimento. Enquanto vocês estiverem distanciados da causa, dentro de vocês, que faz
com que se fechem para aquilo que conscientemente mais desejam e cuja falta provoca o maior sofrimento, fatalmente vocês acharão que a vida é fútil.
(...)
Fatalmente vocês se sentirão impotentes e incapazes de fazer o que é preciso para acabar com a dor da não realização. Fatalmente vocês vão oscilar entre autopiedade e amargura, entre projeção nos outros e na vida dos seus infortúnios, por um lado, e por outro lado, sentimento de culpa distorcida e de não merecer o que a vida tem de melhor.
O conhecimento e a experiência da sua própria rejeição ao prazer é o início da eliminação desse bloqueio."
segunda-feira, 28 de março de 2011
O Guia diz: trecho da palestra 156.
"O medo da felicidade, do prazer, de uma expansão ampla das experiências de vida de uma pessoa, se baseia na ignorância de que tal satisfação possa existir; na ignorância de que vocês possuem todos os poderes, capacidades e recursos para criar e ocasionar o que desejam; baseia-se em concepções erradas , tais como a de que o prazer é errado, de que é egoísta desejar satisfação pessoal; no medo de ser aniquilado e desintegrado, se alguém confia no fluxo das forças universais e o acompanha.
Para haver tal confiança, é necessário se desligar das vontades e forças do ego, e se entregar às forças benéficas de sua natureza profunda." PGP 157
terça-feira, 22 de março de 2011
O Guia diz:
O guia fala sobre o Pathwork:
"(...) esse caminho é muitíssimo pragmático, pois a verdadeira vida espiritual jamais entra em contradição com a vida prática na Terra."
The Guide. PGP #204
"(...) esse caminho é muitíssimo pragmático, pois a verdadeira vida espiritual jamais entra em contradição com a vida prática na Terra."
The Guide. PGP #204
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Livros do Pathwork - Não temas o Mal (1)
O primeiro livro que vou apresentar foi o primeiro que li e que me fez entender e me apaixonar pelos ensinamentos do Pathwork e sua forma única de compreender e explicar a psique humana.
Esse livro dá uma boa ensinada sobre o que é o Pathwork e considero-o como um livro "muda-vida". Muitas coisas que sempre quisemos saber, entender, modificar, estão aí, de uma forma limpa e maravilhosa. E com um tutorial único.
O Guia sabe nos mostrar por A+B e com explicações verossímeis que "Vida e Prazer são uma e a mesma coisa".
Todos os livros do Guia foram canalizados pela Eva Pierrakos. Depois vou dedicar um post especial a ela.
Vale a leitura!
Esse livro dá uma boa ensinada sobre o que é o Pathwork e considero-o como um livro "muda-vida". Muitas coisas que sempre quisemos saber, entender, modificar, estão aí, de uma forma limpa e maravilhosa. E com um tutorial único.
O Guia sabe nos mostrar por A+B e com explicações verossímeis que "Vida e Prazer são uma e a mesma coisa".
Todos os livros do Guia foram canalizados pela Eva Pierrakos. Depois vou dedicar um post especial a ela.
Vale a leitura!
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